Cantor e apresentador Ronnie Von é o convidado de Danilo Gentili no The Noite desta segunda-feira; veja frases

No The Noite desta segunda-feira, 28 de agosto, Danilo Gentili recebe Ronnie Von. Ele fala na entrevista sobre a origem de seu nome, conta que não gosta de viajar por já ter feito muito isso a trabalho e diz que foi Hebe Camargo a responsável por seu apelido de “Príncipe”. Ronnie também relembra momentos marcantes de sua carreira de cantor e diz que não queria gravar a canção “A Praça” no início, contando ainda como superou a síndrome de Guillain-Barré, doença que o acometeu na década de 70, afirmando que desejou morrer naquela época.

 Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Confira as melhores frases da entrevista:


Nem minha mãe me chamou de Ronaldo. Ela (mãe) era fã de um ator chamado Ronald Colman. Mas meu pai decidiu botar um “o” no final para ficar mais latino. Se me chamarem de Ronaldo eu nem olho. (sobre seu nome de batismo)

Detesto viajar. Viajei para ganhar minha vida. Quando você é obrigado para ganhar seu pão, você enlouquece.

Hebe Camargo. Fui fazer um programa dela no começo e ela sabia que eu era um aviador e disse "não tem nada a ver aviação com você, você é tão delicado. Ele não é a cara do pequeno príncipe?". Você imagina o que eu ouvi na rua depois? (Me chamaram de) “Bichona”! Deu até briga de rua. (sobre Hebe ser a responsável por seu apelido “Príncipe”)

A Hebe me casava, me descasava, me dava conselhos. Era meu melhor amigo de saias. Sinto muita falta dela.

E eu não queria gravar de jeito nenhum essa música. Por causa do rock. E ela foi primeiro lugar no hit parade brasileiro durante seis meses. (“A Praça”)

Não tenho essa de dizer que não me arrependo de nada e que faria tudo de novo. Errei muito mais do que acertei na minha vida. Lamentavelmente, tenho 73.

Inflamação do sistema nervoso periférico. Cheguei a tomar três ampolas de morfina por dia. Vicia coisa nenhuma. Quando o enfermeiro vinha eu não queria mais nem ver aquilo. (sobre ter tido a síndrome de Guillain-Barré)

Eu, atualmente, sou, se não me engano, o único sobrevivente no mundo. São vários vírus atípicos, não classificados. Ninguém sabe da onde vem. (sobre a síndrome de Guillain-Barré)

Passei pelo pior momento da minha vida. Na separação do meu primeiro casamento queria morrer, queria sumir. Foi horrível de administrar. Comecei com uma dor na garganta. Dormi e acordei no outro dia uivando de dor. Fiquei um ano paralítico na cama e depois levei mais três para reaprender a andar. Tenho seis hérnias de disco. (sobre a síndrome de Guillain-Barré)

No começo achei que eu ia morrer mesmo. Eu quis. Pedi a um dos meus cuidadores para me aplicar ali uma coisa qualquer porque eu não tinha mais interesse em viver. Eu pedi para morrer.

Não diria que sou agnóstico, mas tenho fé.

THE NOITE
Nesta segunda, logo após Máquina da Fama

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