Jornalista Carla Vilhena é atração do The Noite com Danilo Gentili desta terça-feira; veja frases

No The Noite desta terça-feira, 29 de maio, Danilo Gentili recebe Carla Vilhena. A jornalista fala sobre seus mais de 30 anos de carreira e conta que começou na área aos 16 anos, quando sua mãe enviou uma carta à TV “pedindo uma oportunidade de estágio não remunerado porque ela achava que a filha tinha talento”, diz. Carla relembra ainda que passou por praticamente todos os jornais de sua antiga casa e conta que atualmente se dedica a um blog pessoal: “tinha o sonho de colocar um pouco da minha alma, mas já no começo vi que o povo não quer ler textão. Eles querem a cozinha, as viagens”. A convidada também fala sobre algumas das reportagens mais marcantes que fez, como quando entrevistou Julio Iglesias em sua casa e a cobertura do “11 de Setembro”.

 Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Confira outras frases da entrevista: 

· “A primeira vez que eu piso no SBT. Queria conhecer o Silvio também, aproveitar a vinda. Desde criança, sou fã. Meu sonho é que ele vire pra mim e diga: “quem é essa Carla?””
· “Queria ser engenheira mecânica, porque sempre adorei motores e carros. Mas não dou pra matemática de jeito nenhum.”
· “Comecei a faculdade achando que eu sempre ficaria atrás das câmeras. Não me achava capaz de falar. Sou muito tímida.”
· “É, claro que é. Aquela música tem um peso. Gela. Ela cai como uma bigorna na sua cabeça. Você tem medo de tossir, espirrar, tudo.” (sobre o peso de apresentar o Jornal Nacional ser maior)
· “É um blog pessoal, não tem compromisso com nada. Comecei a me mostrar mais e deu super certo.” (sobre seu blog)
· “Hoje tem mil possibilidades além da televisão. Poder se mostrar na internet da maneira como eu sou era um desafio porque o jornalismo ainda tem muitas amarras.” (sobre seu site)

Ainda na terça, o apresentador conversa com a dupla George Henrique e Rodrigo. Eles falam sobre o sucesso do hit "De Copo em Copo" e contam que iniciaram a carreira cedo, com Rodrigo começando primeiro por gostar de tocar violão. "Eu não queria cantar. Eu realmente tinha vergonha. Meu irmão cantava e eu fazia a segunda voz no banheiro", afirma George. "Nossos pais se separaram muito cedo. Ele (pai) pegava a gente de final de semana e levava junto quando ia cantar nos botecos. Aí começaram as primeiras notas do violão", diz Rodrigo. A dupla canta ainda palhinhas de "Receita de Amar" e "Cliente Preferencial".

THE NOITE
Nesta terça, logo após o Cine Espetacular

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