Cantor Buchecha fala sobre 26 anos de carreira e lançamento do single 'Paguei pra Ver' no The Noite desta quinta

Nesta quinta-feira, 16 de agosto, Danilo Gentili conversa com Buchecha, que fala sobre o lançamento do single “Paguei pra Ver”, em parceria com MC Kekel. “As pessoas costumam dizer que o Kekel é o Claudinho e Buchecha da atualidade. Muito parecido com o que a gente fazia no início dos anos 90”, diz. Com 26 anos de carreira, ele relembra o início de tudo e declara: “comecei com pagode. Toquei com um grupo chamado ‘Raio de Luz’. Tocava pra ganhar um refrigerante, pra chegar na gatinha com mais facilidade”. E comenta a época com Claudinho: “quando a gente se inscreveu no festival de rap era uma vontade do Claudinho, eu não achava que a gente tinha esse cunho artístico”. Sobre a falta de seu eterno parceiro musical, Buchecha declara: “ele viveu intensamente tudo. Foi muito precoce. Foi um vazio que ficou, um buraco”.

 Foto: Gabriel Cardoso/SBT

Confira outras frases da entrevista:


“Durmo muito tarde. Quatro horas da manhã todo santo dia. 26 anos de carreira, tocando na noite, quando as pessoas estão acordando eu estou dormindo”
“Ano passado dei um susto na galera. Foi um princípio de infarto, fiz todos os exames. Tinha a ver com não dormir bem, má alimentação... Agora está tudo bem. Melhorei a alimentação, não passo mais mal. A energia, a gente tem muito mais energia. Voltei até a me apaixonar pela mesma mulher. Estou "galando" de novo. Não "brocho" mais.”
“A tendência é acabar todo mundo fazendo esse recuo. Muita gente começa a fazer apologia à droga e arma e depois volta a cantar o funk romântico. A família brasileira, socialmente falando, é mais recatada.”
“Eu também tenho filha. Não gostaria que ela ouvisse esse tipo de frase. Acho pesado.” (sobre funks mais pesados)
“Ludmilla quando começou fazia um funk mais pesado, mais áspero. Depois mudou e fez umas letras mais leves. Anitta também.”
“Já tentei cantar rap meio na vibe do Emicida. Mas não tenho a métrica, porque os caras são muito rápidos. Eu não tenho isso.”
“Eu ainda era office boy. Foi numa quarta-feira. As meninas que trabalhavam na loja não acreditaram e disseram "se fosse você cantando não estava nem trabalhando aqui". Era uma loja de malas e eu trabalhava na parte do escritório.” (sobre quando escutou sua música no rádio pela primeira vez)
“A gente se vestia muito mal (na época da dupla com Claudinho). Até hoje eu não tenho personal. Já usei paletó e bermuda com meia, nada com nada. Se eu gostar eu gostei.”

THE NOITE
Nesta quinta, logo após A Praça é Nossa

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