Apresentador Ratinho fala sobre os 20 anos de SBT no 'Poder em Foco' deste domingo; veja frases

O apresentador Ratinho completa 20 anos de SBT e é o convidado de Débora Bergamasco no “Poder em Foco” do próximo domingo, 09 de setembro. Artista consagrado, empresário bem sucedido, Carlos Roberto Massa une humor, artistas, gincanas e quadros célebres há duas décadas em seu programa. Junto aos jornalistas convidados Mauricio Stycer, Cristina Padiglione e Leão Lobo, ele fala sobre sua carreira e recorda detalhes de sua história de vida, relembrando que tentou de tudo um pouco antes de alcançar a fama: foi palhaço de circo, trabalhou em feira livre e vendeu churrasquinho em rodoviária. Na entrevista, conta quando surgiu a vontade de ser artista. "Nós fomos num circo em Jandaia do Sul e o Mazzaropi estava fazendo show nesse circo. Ele botou aquele monte de criança para cantar e eu era uma das crianças, mas era o menorzinho. E eu acho que eu era o mais engraçadinho e, segundo meu pai, ele pegou na minha cabeça e falou: “ó menino, você vai ser artista"”, conta.

 Foto: Gabriel Cardoso/SBT

Ex-repórter policial, Ratinho revela o único arrependimento ao longo da carreira: “me arrependo de ter me metido no sequestro do Zezé Di Camargo e Luciano. Fiquei com medo porque eu conhecia a quadrilha que estava com o irmão deles. Eu tinha certeza que, se eles não pagassem, ia acontecer alguma coisa com o menino. Me meti com medo. Mas era o trabalho da polícia, não era meu, eu estava errado”. O apresentador comenta ainda as diferenças na maneira de fazer televisão hoje em dia e declara: “nós acompanhamos não a mudança da sociedade, mas da comunicação. No primeiro momento eu fazia um programa de sensacionalismo, mas fazia humor também. Agora, vendo que a internet estava dominando o sensacionalismo, resolvi ir para o entretenimento... Sensacionalismo nunca vendeu para grandes empresas. Acho que o entretenimento vende mais”, afirma. “Eu não me policio. Estou me acostumando a ser um pouquinho politicamente correto, mas não gosto”, completa.

Confira outras frases da entrevista:


“Meu programa já está vendido até o final do ano em merchandising. Gosto disso porque eu vejo o lucro que eu dou pro SBT. Eu não me sinto pesado para o SBT. Quando o SBT me pagava um baita salário eu me sentia pesado, hoje não sinto mais.”
“Eu não namorei muito (na adolescência) porque era feio né. Feio e pobre não namora... Solange (esposa) era muito tímida e foi assistir aquele negócio da moça que virava macaco. Fiquei esperando ela assustar (para segura-la). Nunca mais largou de mim.”
“Sou apaixonado por política. Gosto. Política é a arte de mudar a vida das pessoas. (Mas) Não tenho essa paciência. Não sou parlamentar. Sou meio ditador, não sirvo para parlamentar.”
“Foi a pior experiência da minha vida. Se tivesse que escolher vender espetinho de gato ou ser deputado, juro pelos meus filhos, voltaria a vender espetinho.” (sobre não querer voltar a ser político)
“Quero sair daqui em uma cadeira de rodas carregado para o cemitério. Quero morrer na televisão. Televisão pra mim não é trabalho, é um parque de diversões. Se eu pudesse morar no trabalho eu faria uma casa e moraria aqui dentro.”

PODER EM FOCO
Neste domingo, à meia-noite

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