Ídolo do Palmeiras Ademir da Guia e primeiro turista espacial brasileiro marcam presença no The Noite desta segunda-feira

Ídolo inesquecível do Palmeiras, Ademir da Guia estará no The Noite desta segunda-feira, 18 de julho. O meio-campo, que era conhecido pela elegância em campo, declara: “foram muitos anos na Sociedade Esportiva Palmeiras, muitos títulos, muitas vitórias”. Comentando a vez que encontrou Marcos Kleine na abertura do Allianz Parque, diz: “já fiz várias despedidas (dos gramados). Eu continuo jogando. Agora em abril fiz 80 anos e o mais interessante, na minha carreira, é que a gente ainda está tendo vários convites para estar junto com os palmeirenses, dando autógrafos, (tirando) fotos e jogando, que é o que eu sei fazer.... Quero fazer, em dezembro, o jogo de 80 anos. E tenho que fazer o gol”.

Recordando sua trajetória, conta: “primeiro jogo que eu fiz contra o Corinthians, eu ganhei. E o último jogo que fiz contra o Corinthians, perdi. Quem sabe a gente faz, nesse jogo de 80 anos, Palmeiras e Corinthians. Já comecei a treinar. O importante, na minha carreira, é tentar ir batendo os recordes que eu consiga. O jogador que mais vestiu a camisa nesses 107 anos da Sociedade Esportiva Palmeiras, 902 jogos, sou eu. O que mais vitórias têm, 514 vitórias, sou eu”. Em sua época, o Palmeiras foi o único time a bater de de frente com o Santos de Pelé. “Nos anos 60. Era uma semana muito complicada quando íamos jogar contra o Santos. Eu falava para o Dudu marcar o Pelé e ele falava, ‘mas só eu?!’. Porque tinha que ter pelo menos dois ou três”, afirma. 

Sobre o apelido que ganhou, explica: “Na verdade, o ‘Divino’ é apelido do meu pai. Ele jogou na Copa do Mundo em 38, na França, jogou um ano no Uruguaio, um ano na Argentina. Foi tricampeão em três países. Complicado, né? Difícil. Quando jogou no Uruguaio, colocaram o apelido dele de ‘Divino Mestre’. E quando eu cheguei aqui no Palmeiras, em 61, a Gazeta Esportiva colocou ‘Palmeiras contrata o filho do Divino Mestre’. Eu consegui herdar o Divino, mas Mestre é só dele”. Danilo pergunta se, em seus anos de futebol, ele se arrepende de algo. “Não me arrependo, não. Mas poderia ter me dedicado um pouco mais. Fui sempre um jogador muito técnico. Herdei essa técnica do meu pai. Precisava chegar mais perto do gol, fazer mais gol, ser mais rápido, tudo mais. Demorei a entender isso”, avalia.

 Fotos: Lourival Ribeiro/SBT

Na mesma noite, Danilo conversa com Victor Hespanha, primeiro turista espacial brasileiro. Ele fez parte da tripulação da missão NS-21, da Blue Origin, empresa do Jeff Bezos, tendo conseguido o lugar na viagem depois de comprar um NFT, que dava direito a um sorteio. “Foi muito emocionante porque pessoas do mundo todo estavam participando desse sorteio. E ninguém esperava que um brasileiro fosse”. Contando sua experiência de ter visto a Terra ‘de cima’, afirma: “não é plana, eu vi pela janela”. Sobre a localização e o que foi possível ver a olho nu, revela: “a gente estava em cima do Texas, então não deu para ver a Muralha da China”. Segundo brasileiro a ir para o Espaço, ele relata a sensação: “é muita adrenalina, você não pensa no medo na hora. É uma coisa tão surreal que você fica meio anestesiado”.

THE NOITE
Nesta segunda, logo após o Arena SBT

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