'Não é para mim', diz Dejan Petkovic sobre entrar para a política no The Noite desta terça-feira; veja destaques da atração

Ídolo do Flamengo, Dejan Petkovic bate um papo com Danilo Gentili nesta terça-feira (02). O sérvio e ex-jogador de futebol é o estrangeiro que mais jogou e o que mais marcou gols no Campeonato Brasileiro. Falando sobre o documentário “O Gringo Mais Querido do Brasil”, diz: “a estreia aconteceu primeiro na Sérvia, depois fizemos aqui no Brasil, no Rio de Janeiro, na minha despedida como jogador profissional do Flamengo contra o Corinthians. Na Sérvia foi uma apresentação realmente melhor do que aqui, simplesmente pelo ambiente, quase três mil pessoas na sala de cinema. Não chorei, mas todas as mulheres choraram no cinema. Me seguraram, senão as pernas iam bambear. Mas quem mais levou aplauso foi o segundo personagem do filme, o vice-presidente do Vitória, aquele com camisa de tigre. Levou três vezes o bis, quase 15 minutos de aplauso”.

 Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Questionado se realmente acredita ser o gringo mais querido entre os brasileiros, responde: “sinceramente, sim. Talvez antes de mim tiveram vários jogadores craques estrangeiros, porque o Brasil só tem craques. Talvez eles fizeram mais do que eu futebolisticamente, mas eu tenho um carisma, não sei o porquê. Talvez a semelhança entre brasileiros e sérvios seja muito grande”. E brinca: “culturalmente a gente é bem parecido: gosta de futebol, café, praia, carnaval, mulher, não trabalhar”. Sobre ter aprendido bem a língua portuguesa, diz que o espanhol o ajudou no início. “Aprendi rápido. Em um mês, dois meses, começou a se tornar um portunhol”. Danilo pede que ele o ensine frases em sérvio e brinca com o convidado ao mostrar um vídeo em que pediu o autógrafo de Jackeline Petkovic em uma camisa do Flamengo e, agora, pede que ele retribua a assinatura em uma blusinha do extinto programa ‘Fantasia’.

Falando do reconhecimento que recebe aqui e em sua terra natal, conta: “sou muito respeitado (na Sérvia), mas não tanto como no Brasil. Mais respeito eu consegui aqui, joguei muito mais tempo no Brasil que na minha terra. Saí de lá muito novo. Passei metade da minha vida no Brasil. Sou sérvio, mas brasileiro de coração”. Explicando a razão de não ter naturalização, declara: “para não virar político. Senão vão encher o saco para me candidatar a vereador, deputado. Não é para mim, não tenho jogo de cintura e o que eu penso, eu falo”. Diguinho pergunta ainda sobre a questão de sua contratação pelo Real Madrid e ele responde: "eu não joguei no Real Madrid. Eu passei pelo Real Madrid. Se tivesse jogado, talvez iria dar certo".

THE NOITE
Nesta terça, logo após o Programa do Ratinho

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